Setor naval entra na rota da SKF do Brasil

2012 Julho 12, 09:28 BRT

Companhia planeja faturar R$ 15 milhões com este segmento a partir de 2015

A SKF do Brasil está ampliando seu portfólio de negócios no País com a chegada da SKF Marine Industry Service Centre. A divisão, especializada em produtos e serviços para o segmento naval e faturamento global de R$ 150 milhões, aporta por aqui com a missão de ampliar as receitas mundiais da companhia sueca no setor. A estratégia contempla novos negócios com os players do segmento e faturamento anual de R$ 15 milhões no Brasil a partir de 2015.

 

"É um setor em franca expansão. No ano passado foram movimentados R$ 2,7 bi com a construção de novas embarcações. A nossa longa experiência pode ajudar empresas que atuam nesse segmento a se tornarem mais eficientes. Temos muitas tecnologias que ajudam a melhorar o desempenho operacional de grandes embarcações", explica Ricardo Amaral, gerente para o segmento naval da SKF na América Latina.

 

No Brasil, toda a equipe já foi devidamente treinada e capacitada para oferecer e fornecer cerca de 40 produtos e serviços às empresas que atuam no setor. "São equipamentos e soluções que ajudam a reduzir custos com manutenção, melhorar a confiabilidade de componentes mecânicos e a diminuir falhas em componentes rotativos e sistemas", detalha o executivo, informando que a Rede de Distribuidores também receberá todo o treinamento necessário.

 

A companhia pretende concentrar seus esforços comerciais nas embarcações de grande porte. "Nosso portfólio contempla produtos e serviços apropriados para esse tipo de veículo, especialmente aqueles que servem de apoio às plataformas petrolíferas e ao transporte de minérios, petróleo e gás e de contêineres", especifica Amaral.

 

Para todos esses tipos de navios, a SKF pode oferecer rolamentos, acoplamentos, vedações, sistemas de lubrificação, acoplamento do eixo de propulsão e equipamentos para monitoramento de máquinas. Também presta serviços de alinhamento, medição geométrica de estruturas, termografia, análise e performance de motores elétricos e manutenção de equipamentos rotativos.

 

Todos os componentes serão importados inicialmente das unidades da companhia instaladas na Europa, Ásia e América. "Se houver muita demanda do setor, podemos estudar a possibilidade de fabricar algum componente no Brasil", revela o gerente.

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